O diário de Anne Frank

diário de anne frank

 

“Somos muito jovens para enfrentar esses problemas, mas eles vivem nos afligindo até que, finalmente, somos forçados a imaginar uma solução, embora na maior parte das vezes nossas soluções desmoronem diante dos fatos. Numa época assim fica tudo difícil; ideais, sonhos e esperanças crescem em nós, e depois são esmagados pela dura realidade. É incrível que eu não tenha abandonado todos os meus ideais, já que parecem tão absurdos e pouco práticos. Mas me agarro a eles porque ainda acredito, a despeito de tudo, que no fundo as pessoas são boas.”

O Diário de Anne Frank, Anne Frank

Ainda me chocam as atrocidades que a humanidade é capaz de cometer. Ao olhar para a história, para o passado, e também, infelizmente, para o presente somos bombardeados com maldade, sadismo e sofrimento. E, quando já estamos perdendo a fé, a esperança é renovada justamente nas palavras de uma menina, que viveu num dos piores períodos históricos — a 2ª Guerra, o Holocausto, e cujos ideais, ainda que parecessem tão absurdos e pouco práticos, a ajudaram a sobreviver durante dois anos num esconderijo. Às vezes precisamos continuar acreditando que no fundo as pessoas ainda são boas.

 

Para celebrar a Campanha Janeiro Branco, trarei todo dia aqui ao Bipolar e Afins uma série de postagens com trechos de livros para refletir sobre saúde mental. Siga o blog e não perca nenhum texto!

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5 comentários em “O diário de Anne Frank”

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